The Ghost In The Shell – Shirow Masamune

TGITSSM.png

Capa comum: 352 páginas
Editora: JBC; Edição: 1ª (1 de dezembro de 2016)
Idioma: Português
ISBN-10: 8545702329
ISBN-13: 978-8545702320
Dimensões do produto: 24 x 17 x 2,6 cm
Peso de envio: 581 g

Sinopse

Influenciado por obras “cyberpunk” do final dos anos 1980 como Akira e por filmes como Blade Runner – O Caçador de Androides, o cenário escolhido por Masamune Shirow para The Ghost in the Shell foi o futuro distópico de 2029, onde a alta tecnologia se mistura a uma sociedade decadente e desigual.É nesse mundo à beira do colapso que a Major Motoko Kusanagi encabeça a Seção 9 da Segurança Pública japonesa. Motoko é uma ciborgue altamente treinada incumbida de desmantelar uma série de crimes cibernéticos realizados por um hacker conhecido como o Mestre dos Fantoches. Em meio à caça ao criminoso virtual, Masamune Shirow insere na trama questionamentos existencialistas, ponderando até mesmo se alguém provido meramente de Inteligência Artificial é, de fato, um ser vivo. E foi exatamente essa mistura de ficção científica, ação e temas filosóficos que fizeram do mangá The Ghost in the Shell uma leitura obrigatória.

Minha Opinião

Eu já tinha visto o filme e algumas animações baseadas na obra original, mas nunca tinha lido ela. Quando falaram que iriam trazer para o Brasil o mangá que deu origem a tudo eu pensei, “Finalmente eu vou entender o filme”, mas não foi bem assim. As animações sempre foram boas e fáceis de acompanhar, mas o filme eu nunca curti muito, visualmente ótimo, mas narrativamente eu sempre achei quebrado. Eu costumo dizer que é um filme basicamente conceitual, por suas cenas retratadas serem incríveis, mas não exatamente justificáveis para o andamento da história,

O mangá tem, em questão de formato, uma boa edição, mas infelizmente é bem poluído visualmente falando, com muitos balões de fala amontados e muitas legendas, que mais atrapalham a fluidez da leitura do que ajudam a entender a história, ao menos é o que eu acho. Não me apeguei muito a obra e, apesar de já estar com o segundo volume em mãos, eu ainda não posso dizer que é um mangá que eu recomendo a leitura, que ao menos para mim, é bem massante e não divertida como deveria ser. E ainda sobre o segundo volume de TGITS não é exatamente uma continuação direta da história contada no primeiro volume.

E vocês, o que acharam desse mangá? Já leram ou pretendem ler?

Por hoje é só e até mais!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s